Impressões Recentes

(semi)Dossiê Batman, 1989-2012.

Primeiro preciso explicar o porquê de o título ser (semi)Dossiê Batman. Dentre os longas feitos com o Morcego, optei por não escrever minhas impressões sobre aqueles dois filmes que, para mim, são a mácula nas histórias do Cavaleiro das Trevas: Batman Eternamente (1995) e Batman & Robin (1997), ambos dirigidos por Joel Schumacher, que conseguiu, em dois anos, afundar a franquia Batman duma tal maneira que foi preciso fazer um reboot uma década depois. Mesmo esses dois filmes – principalmente o Eternamente – conseguindo ser melhores do que muitas obras cinematográficas de super-herói

Valente, 2012.

Pessoalmente, eu estava muito ansioso para ver essa nova animação vinda do trabalho conjunto dos estúdios Disney e Pixar. No Ocidente, esses estúdios ainda dominam a arte da animação, mesmo com a Dreamworks fazendo um trabalho competente e tentando alcançar um lugar entre as duas. No Oriente, por sua vez, temos o fantástico Studio Ghibli no Japão: responsável por praticamente todas as animações mais famosas orientais que chegam até aqui, e conta com um nome de peso: Hayao Miyazaki - homem de um trabalho impecável. A Disney e a Pixar atualmente não contam com nomes tão conhecidos entre se

Rumo à felicidade, 1950.

No início, anuncia-se, de maneira quase indiferente, a morte da esposa e da filha a Stig Eriksson, o marido. A sequência seguinte poderia ser a cena de encerramento, em que o maestro e amigo, interpretado pelo ator e também diretor Victor Sjöström (o mesmo ator do incrível Morangos Silvestres) consola o recém-viúvo. Porém, entre os quatro minutos iniciais e a cena final, há o miolo, apresentado na forma de uma grande elipse, que constrói o curso do relacionamento entre os dois músicos ao som da Ode à Alegria da Nona de Beethoven. Alguns que escreveram sobre esta obra a consideraram ma

Guerra ao Terror, 2008.

Já assisti a esse filme algumas vezes. Ele é um dos melhores filmes de guerra que já vi, e um dos que mais gosto de rever. Para mim, "Guerra ao Terror" entrou para o hall das grandes obras de guerra, ficando lado a lado com "Platoon", "Apocalypse Now" e "Nascido para Matar". Acho que já disse isso antes, mas reafirmo: filmes de guerra bons são os que exploram o lado psicológico dos soldados. "Guerra ao terror" faz isso com maestria. Dirigido por Kathryn Bigelow, mais conhecida por "ex-mulher do James Cameron", "Guerra ao Terror" desbancou "Avatar" (que é, digamos, algo não muito difíc
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